MAP™ REVENUE
Simulador gratuito

Quanto dinheiro novo seu restaurante
pode colocar no caixa em 30 dias?

Uma conta simples: quantas cadeiras da sua casa podem ser vendidas antes de o cliente sentar.

A agência comum vende post, vídeo e conteúdo — e no fim do mês entrega relatório de engajamento.

Aqui é outra coisa: eu sou um vendedor externo que trabalha 7 dias por semana, 24 horas por dia — e vende inclusive com a casa fechada. No fim do mês o relatório é de vendas: quanto de dinheiro novo, que não estava na sua conta, entrou.
Sem cadastro para ver o resultado Sem desconto predatório Método validado em R$12 milhões
Quanto uma pessoa gasta em média na sua casa.
R$
Capacidade total de pessoas sentadas.
Quantas pessoas você quer vender por dia, em média. O piso costuma ser 50 por dia; casas maiores chegam a 200.
A campanha vende todos os dias — inclusive com a casa fechada.
O que sobra de cada venda depois do CMV, taxas de cartão e impostos. Em rodízio: abaixo de 50% é apertado, 55-65% é saudável.
%
Não sabe sua margem de contribuição? Calcule aqui
É o que sobra de cada venda depois dos custos que variam com ela. Exemplo de um rodízio de R$59,90:
Preço do rodízioR$ 59,90
Ingredientes (CMV)− R$ 17,00
Taxas de cartão− R$ 2,00
Impostos sobre a venda− R$ 3,50
Margem de contribuiçãoR$ 37,40  ·  62,4%

Referência para rodízio: abaixo de 50% apertado · 50-55% aceitável com bom controle · 55-65% saudável · 65-70% muito bom · acima de 70% vale conferir se todos os custos variáveis entraram na conta.

Ajuste fino (opcional)
Quanto mais barato que o balcão. Na prática, R$5 já basta para o cliente preferir comprar online — e nem chega a valer uma bebida.
R$
A maioria compra para ir acompanhado.
Dinheiro novo no caixa em 30 dias
R$ 0
—
Lucro estimado
R$ 0
—
Cadeiras ocupadas
0
—
Vouchers vendidos
0
—
Consumo extra no resgate
R$ 0
Bebida, sobremesa, acompanhante — pago à parte, no balcão
O que isso significa na prática
—

A escada de volume

Quanto cada patamar de venda diária coloca no seu caixa por mês.

Cadeiras por diaDinheiro no caixaLucroCadeiras no mês

A venda acontece todos os dias — inclusive sexta e sábado, e inclusive com a casa fechada. O consumo se distribui nos meses seguintes, então a operação do salão não fica concentrada.

Não é desconto. É pré-venda.
—
Próximo passo

Vamos montar isso na sua casa

Analisamos seus números, montamos a oferta e colocamos a venda no ar. Você recebe relatório de vendas — não de curtidas.

Seus dados são usados apenas para esse contato. Nada de spam, nada de lista vendida.

Transparência

Como a conta é feita

Nenhum número aqui é chute — e os limites do modelo também estão abertos.

A conta, em quatro linhas
  • Cadeiras vendidas no mês. cadeiras por dia × dias de venda. Na operação real, o piso costuma ser 50 cadeiras/dia; casas maiores chegam a 200 ou mais. A campanha vende todos os dias — inclusive sexta e sábado, e inclusive com a casa fechada.
  • Dinheiro no caixa. cadeiras vendidas × (ticket − diferença online). Entra hoje, antes de o cliente sentar.
  • Lucro. cadeiras × (ticket × margem − diferença online). Como o consumo sai ao seu custo e não ao seu preço, a margem se preserva quase inteira.
  • Consumo extra no resgate. Estimamos 15% acima do voucher — bebida, sobremesa, acompanhante — pago à parte no balcão. É o número mais conservador do modelo.

Importante: a venda é diária, mas o consumo se distribui pelos meses seguintes. Vender 100 cadeiras por dia não significa 100 pessoas a mais no salão amanhã — significa caixa hoje e movimento espalhado, o que é exatamente o que dá previsibilidade.

Por que quase não tem desconto?
Porque desconto grande não é o que faz vender — e é o que quebra restaurante.

Na operação real, o voucher sai pelo mesmo preço da casa ou com uma diferença simbólica, do tipo R$5. Isso basta para responder à única pergunta que o cliente faz — "por que eu compraria online se posso pagar na hora?" — sem que a casa entregue margem. Uma diferença de R$5 nem chega a valer uma bebida no balcão.

O que faz o voucher vender não é preço: é estar sendo vendido, todos os dias, para quem já gosta da casa e para a vizinhança — inclusive nos horários em que ninguém está pensando em restaurante e o salão está fechado.
Isso é Groupon?
O oposto. No Groupon o desconto era de 50% ou mais, imposto pela plataforma; metade do que sobrava ficava com ela; o pagamento demorava; e o cliente era dela, não seu.

Aqui: o preço é o seu (ou R$5 abaixo), 100% do valor cai na sua conta, o cliente e o cadastro ficam com você, e a campanha fala com quem já frequenta a casa e com a vizinhança — não com caçador de promoção de outra cidade. E, principalmente: alguém cuida do resgate, distribuindo o consumo ao longo dos meses seguintes.
O que este simulador não sabe
A estimativa depende de três coisas que só se vê olhando a operação: o tamanho e o engajamento da sua base (quem já é cliente compra muito mais rápido), a força da sua marca no bairro e a gestão do resgate.

Esse último ponto é o que separa quem tem resultado de quem se frustra: vender voucher é fácil — o trabalho está em gerenciar o resgate, distribuindo o consumo e transformando cada visita em ticket maior. Por isso o número aqui é um potencial, não uma promessa.
Quem criou este método
O MAP™ — Máquina de Aquisição Previsível é um sistema proprietário criado por Junior Aragão, estrategista de crescimento com mais de 20 anos de mercado e fundador da InterMark Digital Marketing.

O módulo MAP Revenue nasceu de um sistema de vendas antecipadas que gerou R$12 milhões para um grupo de restaurantes de Brasília — Armazém do Juca, Boteco do Juca, O Rei do Camarão, Galeteria Beira Lago e Churrascaria Fogo Campeiro. O sistema original foi co-criado por Junior Aragão e seu então sócio na Matraca Comunicação Criativa; sua evolução e sistematização dentro do MAP™ é desenvolvimento autoral de Junior Aragão.

Conhecer o sistema MAP™ →